não me lembro da última vez que abri a mente, que pensei...
mas há noites destas, em que simplesmente pensamos em algo, em nós, no que somos simplesmente.
e depois saem pensamentos, saem ideias, coisas estranhas.
é assim que somos, humanos simplesmente, reduzidos à nossa condição...
Sunday, October 07, 2007
Thursday, March 29, 2007
lá fora
lentamente me habituei ao que vejo lá fora. aquelas montanhas de betão, mortas, fazem já parte de mim. por mais que me aborreça ter que as vez todos os dias, já me habituei. resta-me o consolo de estar cá cima, cá muito em cima. tão perto das nuvens, do céu (quase lhe toco!). como é possível não querer voar?
lá fora.
lá fora.
lá fora.
já me habituei ao que vejo lá fora. por mais que não goste daquilo que vejo, aquelas luzes macilentas e o betão morto e aborrecido, já me habituei.
mas tenho saudades, sinto a falta de olhar lá para fora e ver tudo aquilo que conheço. sinto a falta daquela vida toda, daquele verde viçoso. aquele ar puro, aqueles odores tão simples e familiares. sinto a falta de casa, pois claro. não há homem que viva sem a sua terra.
lá fora.
lá fora.
lá fora.
já não vive aquele verde. morre aquele betão amontoado. mas resta-me o consolo de estar tão alto, tão perto do céu.
e a paz preenche-me...
lá fora.
lá fora.
lá fora.
já me habituei ao que vejo lá fora. por mais que não goste daquilo que vejo, aquelas luzes macilentas e o betão morto e aborrecido, já me habituei.
mas tenho saudades, sinto a falta de olhar lá para fora e ver tudo aquilo que conheço. sinto a falta daquela vida toda, daquele verde viçoso. aquele ar puro, aqueles odores tão simples e familiares. sinto a falta de casa, pois claro. não há homem que viva sem a sua terra.
lá fora.
lá fora.
lá fora.
já não vive aquele verde. morre aquele betão amontoado. mas resta-me o consolo de estar tão alto, tão perto do céu.
e a paz preenche-me...
Saturday, January 13, 2007
Sunday, December 31, 2006
Wouldn't it be nice
Wouldnt it be nice if we were older
Then we wouldnt have to wait so long
And wouldnt it be nice to live together
In the kind of world where we belong
You know its gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together
Wouldnt it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through
Happy times together weve been spending
I wish that every kiss was neverending
Wouldnt it be nice
Maybe if we think and wish and hope and pray it might come true
Baby then there wouldnt be a single thing we couldnt do
We could be married
And then wed be happy
You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But lets talk about it
Wouldnt it be nice
Happy happy song.
It's nice all right!!!
Then we wouldnt have to wait so long
And wouldnt it be nice to live together
In the kind of world where we belong
You know its gonna make it that much better
When we can say goodnight and stay together
Wouldnt it be nice if we could wake up
In the morning when the day is new
And after having spent the day together
Hold each other close the whole night through
Happy times together weve been spending
I wish that every kiss was neverending
Wouldnt it be nice
Maybe if we think and wish and hope and pray it might come true
Baby then there wouldnt be a single thing we couldnt do
We could be married
And then wed be happy
You know it seems the more we talk about it
It only makes it worse to live without it
But lets talk about it
Wouldnt it be nice
Happy happy song.
It's nice all right!!!
Saturday, December 09, 2006
Hooray, I'm Eighteen
e no entanto só há uma coisa que quero.
era a melhor das prendas.
este inverno chegou em força,
com frio,
intempéries,
neve e nevoeiro.
já tinha saudades de casa,
de recordar velhos cheiros,
abraçar aquelas pessoas,
retomar aqueles rituais.
e posso olhar para o inverno,
deleitado,
mas cheio de saudades.
tu ainda vais chegar, eu sei que sim.
ainda podes demorar,
mas vais chegar.
e no entanto só há uma coisa que quero.
queria sentir, sentir-te.
e sentir que sentes também.
era a melhor das prendas.
amor? mas o que é isso afinal?
era a melhor das prendas.
este inverno chegou em força,
com frio,
intempéries,
neve e nevoeiro.
já tinha saudades de casa,
de recordar velhos cheiros,
abraçar aquelas pessoas,
retomar aqueles rituais.
e posso olhar para o inverno,
deleitado,
mas cheio de saudades.
tu ainda vais chegar, eu sei que sim.
ainda podes demorar,
mas vais chegar.
e no entanto só há uma coisa que quero.
queria sentir, sentir-te.
e sentir que sentes também.
era a melhor das prendas.
amor? mas o que é isso afinal?
Wednesday, November 08, 2006
Friday, October 27, 2006
e os sons de ti preenchem-me,
as imagens de ti maravilham-me.
oh, como és bela,
como te desejo!
Tu, selvagem,
Eu, louco.
somos a comunhão perfeita!
adoro sentir-te,
bem no meio de ti.
quem te faz mal não te compreende,
não te deseja tal como eu.
Tu, selvagem,
Eu, louco.
preciso de ti,
todos os dias!
e por vezes não te posso ter...
tu és capaz de tudo,
já te vi fazer o mais belo,
mas também o mais horrível.
já te vi fazer nascer,
mas também já te vi matar.
mas tu és mesmo assim,
és poderosa.
és tu, Natureza.
Tu selvagem
Eu louco.
somos a comunhão perfeita.
as imagens de ti maravilham-me.
oh, como és bela,
como te desejo!
Tu, selvagem,
Eu, louco.
somos a comunhão perfeita!
adoro sentir-te,
bem no meio de ti.
quem te faz mal não te compreende,
não te deseja tal como eu.
Tu, selvagem,
Eu, louco.
preciso de ti,
todos os dias!
e por vezes não te posso ter...
tu és capaz de tudo,
já te vi fazer o mais belo,
mas também o mais horrível.
já te vi fazer nascer,
mas também já te vi matar.
mas tu és mesmo assim,
és poderosa.
és tu, Natureza.
Tu selvagem
Eu louco.
somos a comunhão perfeita.
Monday, October 16, 2006
é belo lá fora.
é bonito.
quando acordo sinto o ímpeto natural de espreitar à janela.
ainda é noite,
ainda é escuro.
o sol ainda não raiou sequer.
mas vêem-se no céu nuvens,
tingidas de laranja dos candeeiros da cidade.
vê-se o céu, escuro, muito escuro.
eu que moro no cimo de uma montanha,
quase consigo tocar-lhe,
quero tocar-lhe!
imagino que lá cima tudo se Paz,
Sossego,
Calma.
um Nada absoluto.
é tão belo,
tão bonito.
quero aproximar-me,
quero lá chegar.
fico feliz por me deixares admirar-te logo quando acordo...
eu no cimo desta montanha quero ir aí,
quero estar aí.
no cimo desta montanha,
quase que te chego,
quase te toco e te sinto.
mas estar no cimo desta montanha não chega,
é insuficiente.
ainda não é tempo.
ainda vou lá chegar,
tocar e sentir.
sentir todo aquele Nada,
toda aquela Paz e Sossego.
mas não agora,
não ainda...
vou lá chegar um dia...
é bonito.
quando acordo sinto o ímpeto natural de espreitar à janela.
ainda é noite,
ainda é escuro.
o sol ainda não raiou sequer.
mas vêem-se no céu nuvens,
tingidas de laranja dos candeeiros da cidade.
vê-se o céu, escuro, muito escuro.
eu que moro no cimo de uma montanha,
quase consigo tocar-lhe,
quero tocar-lhe!
imagino que lá cima tudo se Paz,
Sossego,
Calma.
um Nada absoluto.
é tão belo,
tão bonito.
quero aproximar-me,
quero lá chegar.
fico feliz por me deixares admirar-te logo quando acordo...
eu no cimo desta montanha quero ir aí,
quero estar aí.
no cimo desta montanha,
quase que te chego,
quase te toco e te sinto.
mas estar no cimo desta montanha não chega,
é insuficiente.
ainda não é tempo.
ainda vou lá chegar,
tocar e sentir.
sentir todo aquele Nada,
toda aquela Paz e Sossego.
mas não agora,
não ainda...
vou lá chegar um dia...
Thursday, October 05, 2006
Lisboa
Lisboa, parece-me a mim, é a mais bela das cidades.
a seguir talvez à Lamego do meu coração!
tenho saudades, muitas saudades,
mas Lisboa é bela, atrai-me.
não gosto daquele amarelo nocturno, nem do cinzento monocromático.
mas de dia, aquela luz natural inunda-me e faz-me sentir bem.
gosto de Lisboa, lá vivo,
respiro,
sou eu cheio de mim.
vou ter saudades de Lamego, eu sei.
mas Lisboa é bela.
é a mais bela, a seguir à minha terra.
a seguir talvez à Lamego do meu coração!
tenho saudades, muitas saudades,
mas Lisboa é bela, atrai-me.
não gosto daquele amarelo nocturno, nem do cinzento monocromático.
mas de dia, aquela luz natural inunda-me e faz-me sentir bem.
gosto de Lisboa, lá vivo,
respiro,
sou eu cheio de mim.
vou ter saudades de Lamego, eu sei.
mas Lisboa é bela.
é a mais bela, a seguir à minha terra.
Saturday, September 23, 2006
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